Técnico Bernardinho defende presença de jogadores Homossexuais no vôlei
Técnico Bernardinho beijando seu filho Bruno
Bernardinho afirma já ter trabalhado com muitos jogadores e jogadoras Homossexuais ao longo de sua carreira como técnico. Um dos seus comandados foi Michael, meio de rede do Vôlei Futuro. Na semifinal da Superliga, o atleta foi alvo de ofensas homofóbicas por parte da torcida do Cruzeiro.
"O Michael, que se declarou Homossexual, trabalhou comigo na seleção B. Ele é um cara do bem, bacanérrimo. Adorei trabalhar com ele. O resto não interessa. Ponto. Se o jogador tem um namorado ou namorada, tanto faz", afirma o treinador. "Aqui pouco importa se o cara é Homossexual, Bissexual, Transexual, se é branco, preto, amarelo ou roxo. Se ele jogou bem, é um cara correto, vai ter espaço aqui."
Três dias depois da partida em que Michael foi insultado, o jogador assumiu publicamente sua orientação sexual e seu clube pediu punições severas ao rival Cruzeiro pela atitude dos torcedores homofóbicos. O Vôlei Futuro ainda promoveu ações de combate à homofobia, com seus jogadores usando uniformes de treino rosa e o líbero com uma camisa arco-íris.
O técnico ainda relata sua história para servir de exemplo contra o preconceito. Segundo ele, seu primeiro treinador era negro e ainda havia suspeitas sobre sua orientação sexual.
"A maior noção de igualdade que eu tive quando era garoto foi com meu primeiro treinador, um professor excepcional. Ele era negro e dizem também que era Homossexual. E pouco importa. Ele queria me educar e mostrar caminhos. É o Bené. Foi o cara que formou Bernard, Fernandão, Badá. Vários da geração prata passaram por ele. Foi um cara que transformou vidas. O cara é um craque. Era preto, tinha fama Homossexual. E aí? Vem falar comigo de preconceito?"
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Henri Castelli grava cena Gay para a macrossérie O Astro
Um novo desafio surgiu para o ator Henri Castelli.
Nesta semana ele foi clicado gravando uma cena Gay para a macrossérie, “O Astro”, no Arpoador, no Rio de Janeiro.
Henri interpretará um Bissexual na trama, que vai se envolver com um homem e com a personagem de Regina Duarte.
O ator, Pelo Jeito deve ter gostado da Ideia né ?Olha a neca frepá hohoh.
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Rio de Janeiro vai alterar sua Constituição Estadual para proibir a homofobia
A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro aprovou, em primeira discussão, emenda à Constituição Estadual de autoria do deputado governista Gilberto Palmares (PT) que proíbe a discriminação por orientação sexual.
A legislação em vigor já garante que os cidadãos não podem ser prejudicados ou privilegiados em função de idade, raça, sexo, estado civil, convicções políticas ou filosóficas e deficiência física ou mental.
A iniciativa é mais uma das medidas que o governo do Estado vem adotando contra o preconceito. O governador Sérgio Cabral (PMDB) já garantiu, por meio de decretos e resoluções, o pagamento de pensões a companheiros Homossexuais de servidores do Estado, regulamentou o uso do nome social de Travestis e Transexuais na administração pública e autorizou visitas íntimas de detentos Homossexuais nas penitenciárias.
Além disso, investiu R$ 4 milhões na campanha Rio sem Homofobia, que distribuiu outdoors e cartazes e fará, até o fim do mês, inserções no rádio e na TV com o slogan Discriminação LGBT - Se Você Não Participa, Não Vai Para Frente. No dia 10 de junho, o Estado vai promover uma cerimônia coletiva de casamento para 50 casais Homossexuais.
Durante a abertura da campanha Rio sem Homofobia, Cabral lançou um caderno com 125 iniciativas que serão implementadas até 2014. Entre as ações, estão as Jornadas de Educação e Cidadania LGBT e Combate à Homofobia nas Escolas.
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Editora Brejeira Malagueta lança um romance Lésbico ambientado em Recife
Caterine é a nova aluna recém-chegada na classe. Linda de morrer, interessada por livros, muito intensa, ela vira a melhor amiga de Michelle. Só que, durante o projeto de filmagem para a matéria de artes, as duas descobrem que um beijo pode ser perfeito demais – e mudar tudo o que acontece depois.
“Depois Daquele Beijo” é um romance teen ambientado em Recife, com todo o calor das praias de mar verde. A obra utiliza um tom leve e bem humorado para tratar questões típicas da idade, como festas, amigos, estudo, projetos de escola e namoros.
Há a insegurança de um primeiro envolvimento e os exageros de adolescentes, mas a autora evita descrições muito intensas de sensualidade. O lançamento desta obra faz parte do foco da Brejeira Malagueta de dar voz às jovens autoras nacionais que falem da Homossexualidade feminina com autenticidade e sem preconceitos.
Lançamento de “Depois Daquele Beijo”
03/06/11 - 19:00h
Livraria Cultura
Rua Madre de Deus s/n
Shopping Paço Alfândega
Centro - Recife (PE)
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Programa SOS Casamento do SBT ajudará relacionamento de casal Gay
Ana Canosa
O SBT estreou o programa "S.O.S. Casamento", um formato desenvolvido pela emissora para ajudar a salvar relacionamentos desgastados. A atração é comandada pela psicóloga, sexóloga e terapeuta de casais Ana Canosa, que tem mais de 20 anos de experiência.
Segundo a coluna Outro Canal, aproveitando que o Supremo Tribunal Federal reconheceu a união entre pessoas do mesmo sexo, o "S.O.S. Casamento" contará com um episódio que tratará da crise entre um casal Gay.
Esta edição deve ir ao ar no final da primeira temporada, ainda sem data prevista.
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Campanha contra PLC 122 ganha força no Twitter
Não é só no Senado que a briga está feia com relação ao PLC 122 - projeto de lei que criminaliza a homofobia em território nacional. Como já noticiamos, a senadora Marta Suplicy, relatora do projeto, terá que encarar a bancada evangélica para discutir mudanças no texto.
Além disso, campanhas contra o PLC 122 vêm ganhando cada vez mais força em sites religiosos, redes sociais e manifestações. Hoje pela manhã, o assunto mais comentado no Twitter, pelo menos no Brasil, era a morte do ex-BBB André Caubói. No entanto, durante a tarde, esse cenário mudou.
Uma campanha contra o PLC 122 chegou a ocupar o segundo lugar nos Trending Topics. A hastag #eusoucontrapl122 estava entre as mais citadas pelos usuários da rede social, que publicavam pérolas como "eu sou a favor da família e da bíblia, #eusoucontrapl122", e outras comemorativas: "até que enfim #eusoucontrapl122 está nos TTs".
Como forma de justificar uma opinião sobre projeto, muitos tuitavam que não tinham nada contra os gays, mas não consideram a homofobia um crime. Outros foram mais longe. "Amamos todos os GLS, mas odiamos o demônio que entra em seus corpos". Sim, ainda existem pessoas que consideram a homossexualidade uma "doença" ou "desgraça divina".
O interessante desses assuntos polemizados no Twitter é perceber a força que eles têm numa rede social. Debates com relação ao racismo, preconceito e homofobia ganharam forças com a ajuda de plataformas como o Twitter e Facebook. O próprio "churrascão de gente diferenciada", que aconteceu em Higienópolis depois de uma petição contra a construção de um metrô na avenida Angélica, foi todo organizado através de um simples post no Facebook.
No dia 5 de maio, em que o STF aprovou a união estável entre casais homossexuais, a hastag #uniãohomoafetiva chegou a ocupar o primeiro lugar no Treding Topic mundial do Twitter, ou seja, tornou-se o assunto mais comentado em todo o mundo.
Isso tudo prova que, apesar de campanhas contra a criminalização da homofobia, pelo menos nas redes sociais ainda somos a maioria. Afinal, até o fechamento deste texto a hastag #euapoiooplcsim já estava a ponto de alcançar o primeiro lugar nos TTs.


O alvo agora é o PLC 122, que visa criminalizar a homofobia em território nacional. A ordem do gabinete da presidente é, daqui para frente, evitar temas considerados "polêmicos". Ontem, a senadora Marta Suplicy (PT-SP) se reuniu com o senador Marcelo Crivella (PR-RJ), que foi um dos principais articuladores para a derrubada do kit do MEC. Toni Reis, presidente da Associação de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) também participou do encontro.
O que gera discórdia entre os fundamentalistas é o ponto onde a lei prevê punição para os discursos que incitem o ódio e a violência. A senadora Marta Suplicy já havia sinalizado que retiraria a criminalização dos discursos em púlpitos religiosos, por entender que estes ferem a "liberdade doutrinária", mas não foi o suficiente. A senadora declarou à imprensa que o novo texto vai apenas "punir aqueles que induzirem a violência", e disse também que o novo projeto "agradou o Toni Reis, o senador Demóstenes Torres e o senador Crivella, que queria a proteção aos pastores e à liberdade de expressão".
Por sua vez, Crivella afirmou que deseja "enterrar de vez o PLC 122" e que os homossexuais não precisam de uma lei específica para protegê-los, porque a "discriminação por orientação sexual já é prevista no Código Penal". Crivella declarou ainda que a sua proposta "também pune crime contra os heterossexuais".
Marta Suplicy negou que se trate de um "novo projeto" e que são apenas "alterações" no texto original. "Eu pedi ao Crivella que, em homenagem à ex-deputada Iara Bernardi, que é autora do projeto original, e à ex-senadora Fátima Cleide, que ficou cinco anos aqui no Senado, que mantivéssemos o projeto original com todos os adendos, tirando algumas coisas que estavam previstas anteriormente. Isso eu acho que foi contemplado", declarou Suplicy.
A senadora revelou que o novo texto pretende aumentar as penas para crimes como homicídio e formação de quadrilha, quando se derem por conta da orientação sexual. Suplicy considera o momento um "avanço", mas disse que só se pode comemorar na hora em que houver um consenso em torno do texto.





Além disso, campanhas contra o PLC 122 vêm ganhando cada vez mais força em sites religiosos, redes sociais e manifestações. Hoje pela manhã, o assunto mais comentado no Twitter, pelo menos no Brasil, era a morte do ex-BBB André Caubói. No entanto, durante a tarde, esse cenário mudou.
Uma campanha contra o PLC 122 chegou a ocupar o segundo lugar nos Trending Topics. A hastag #eusoucontrapl122 estava entre as mais citadas pelos usuários da rede social, que publicavam pérolas como "eu sou a favor da família e da bíblia, #eusoucontrapl122", e outras comemorativas: "até que enfim #eusoucontrapl122 está nos TTs".
Como forma de justificar uma opinião sobre projeto, muitos tuitavam que não tinham nada contra os gays, mas não consideram a homofobia um crime. Outros foram mais longe. "Amamos todos os GLS, mas odiamos o demônio que entra em seus corpos". Sim, ainda existem pessoas que consideram a homossexualidade uma "doença" ou "desgraça divina".
O interessante desses assuntos polemizados no Twitter é perceber a força que eles têm numa rede social. Debates com relação ao racismo, preconceito e homofobia ganharam forças com a ajuda de plataformas como o Twitter e Facebook. O próprio "churrascão de gente diferenciada", que aconteceu em Higienópolis depois de uma petição contra a construção de um metrô na avenida Angélica, foi todo organizado através de um simples post no Facebook.
No dia 5 de maio, em que o STF aprovou a união estável entre casais homossexuais, a hastag #uniãohomoafetiva chegou a ocupar o primeiro lugar no Treding Topic mundial do Twitter, ou seja, tornou-se o assunto mais comentado em todo o mundo.
Isso tudo prova que, apesar de campanhas contra a criminalização da homofobia, pelo menos nas redes sociais ainda somos a maioria. Afinal, até o fechamento deste texto a hastag #euapoiooplcsim já estava a ponto de alcançar o primeiro lugar nos TTs.

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Pressionada pela Presidência, Marta Suplicy senta com evangélicos para debater PLC 122

Após a polêmica em torno do "Kit Escola Sem Homofobia", que foi suspenso pela presidente Dilma Rousseff, o governo federal resolveu finalmente ceder ao lobby religioso.
O alvo agora é o PLC 122, que visa criminalizar a homofobia em território nacional. A ordem do gabinete da presidente é, daqui para frente, evitar temas considerados "polêmicos". Ontem, a senadora Marta Suplicy (PT-SP) se reuniu com o senador Marcelo Crivella (PR-RJ), que foi um dos principais articuladores para a derrubada do kit do MEC. Toni Reis, presidente da Associação de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) também participou do encontro.
O que gera discórdia entre os fundamentalistas é o ponto onde a lei prevê punição para os discursos que incitem o ódio e a violência. A senadora Marta Suplicy já havia sinalizado que retiraria a criminalização dos discursos em púlpitos religiosos, por entender que estes ferem a "liberdade doutrinária", mas não foi o suficiente. A senadora declarou à imprensa que o novo texto vai apenas "punir aqueles que induzirem a violência", e disse também que o novo projeto "agradou o Toni Reis, o senador Demóstenes Torres e o senador Crivella, que queria a proteção aos pastores e à liberdade de expressão".
Por sua vez, Crivella afirmou que deseja "enterrar de vez o PLC 122" e que os homossexuais não precisam de uma lei específica para protegê-los, porque a "discriminação por orientação sexual já é prevista no Código Penal". Crivella declarou ainda que a sua proposta "também pune crime contra os heterossexuais".
Marta Suplicy negou que se trate de um "novo projeto" e que são apenas "alterações" no texto original. "Eu pedi ao Crivella que, em homenagem à ex-deputada Iara Bernardi, que é autora do projeto original, e à ex-senadora Fátima Cleide, que ficou cinco anos aqui no Senado, que mantivéssemos o projeto original com todos os adendos, tirando algumas coisas que estavam previstas anteriormente. Isso eu acho que foi contemplado", declarou Suplicy.
A senadora revelou que o novo texto pretende aumentar as penas para crimes como homicídio e formação de quadrilha, quando se derem por conta da orientação sexual. Suplicy considera o momento um "avanço", mas disse que só se pode comemorar na hora em que houver um consenso em torno do texto.
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Divulgado banner da 15ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo

A Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo (APOGLBT) acaba de divulgar o banner da 15ª edição daquela que é considerada a maior Parada Gay do mundo. O desenho que deve acompanhar os materiais de divulgação faz alusão à união de todos os gêneros e orientações sexuais.
A arte foi concebida pelos próprios ativistas da APOGLBT. Apesar da aparente simplicidade, a finalização ficou bem feita e supera o desenho primário da edição anterior. Este ano, o tema da Parada é "Amai-vos uns aos outros: Basta de homofobia". A ideia é combater o fundamentalismo religioso que prega a intolerância aos LGBT.

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Prefeito de Berlim vem ao Rio lançar biografia "Sou gay e é bom que seja assim"

O prefeito de Berlim, Klaus Wowereit, desembarca no Rio em setembro para lançar seu livro "Sou gay e é bom que seja assim". O título do livro se refere aoouting público do político, que proferiu a frase durante a sua campanha em 2001. Na autobiografia, lançada em 2007, Klaus relembra desde os seus tempos de infância até o ingresso na vida pública.
Um jantar está sendo organizado em solos cariocas para receber o prefeito. O local escolhido deve ser o restaurante Fasano Al Mare. Ao que tudo indica trinta seletos convidados participarão do evento.
De acordo com exigências do próprio Klaus, o jantar deve contar com casais gays assumidos e que de alguma forma trabalhem em prol dos direitos gays. Entre os nomes cotados estão os casais Carlos Tufvesson e André Piva e André Ramos e Bruno Chateaubriand.
Klaus tem tudo para ser candidato a chanceler da Alemanha nas próximas eleições pelo Partido Social Democrata.
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Obama envia comunicado para comunidade gay em comemoração ao mês do Orgulho.

A Casa Branca emitiu uma declaração do presidente Barack Obama falando sobre os direitos LGBT e recapitulando os esforços do presidente norte-americano para estabelecer a igualdade da comunidade nos Estados Unidos e nos outros países.
"A história da comunidade americana de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros (LGBT) é a história dos nossos pais e filhos, mães e filhas, e dos nossos amigos e vizinhos que continuam a tarefa de tornar nosso país uma união mais perfeita", diz o comunicado, que foi emitido por conta das comemorações do mês do Orgulho Gay.
"É uma história sobre a luta para realizar a grande promessa americana que todos possam viver com dignidade e justiça sob a lei. Em junho, comemoramos os indivíduos corajosos que lutaram para conseguir essa promessa para os LGBT norte-americanos, e nós dedicar-nos para o exercício de direitos iguais para todos, independentemente da orientação sexual ou identidade de gênero", continua Obama.
O presidente ainda relembra suas ações em prol da comunidade, como a revogação da lei "Don't Ask, Don't Tell", seu trabalho para combater o assédio moral e a Aids.
"Ninguém deve ser prejudicado por causa de quem são ou quem amam, e minha administração tem mobilizado sem precedentes compromissos públicos de países ao redor do mundo para se unirem na luta contra o ódio e a homofobia ", encerra o presidente.
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